Inútil!
Chegas e rasgas o tecido
Da vontade apertada,
Asfixiada
E completas-me
Em noites sem manhãs…
Devoras-me inteira
E terminas todos os anseios que iniciam.
Fazes-me tua como sempre fui
E fechas a porta atrás de ti
Porque sabes que não há mais ninguém.
Eu guardo-te mais dentro, bem dentro
Para nunca mais saíres….
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